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Em referência a matéria sobre a abordagem de um bombeiro civil, a um cidadão no município de Coruripe,em Alagoas abrimos espaço para o direito de resposta. É o bombeiro civil quem fala:


"O fato não aconteceu como fala a matéria postada. 
Como bombeiros civis estamos atuando na organização das filas com distanciamento correto na fiscalização dos decreto do estadual e municipal e a conscientização do uso de máscara
O cidadão ,desde logo cedo estava  no setor de triagem dos bancos, com um grupo de pessoas , em estado visível de embriaguês e, a toda hora provocava, ameaçava os profissionais bombeiros que estavam ali a serviço, causando ,inclusive transtornos para as  pessoas no entorno.
Como nossa missão é pacificar, tentamos, por diversas vezes conversar com o cidadão, mas, sem obter êxito. Após um tempo ele deixou o espaço, entretanto no período da tarde voltou, sozinho,  muito mais agressivo, em completo estado de embriaguês  e partiu para a agressão , ameaçando  afrontosamente os profissionais.
Buscamos conter o cidadão, mobilizando-o, sem infringir nenhuma norma de conduta. Mas, como estava extremamente agitado a abordagem envolveu luta corporal.  Logo após  a contenção  acionamos a polícia militar, pois ,como bombeiro civil não temos papel de polícia.
A ação enérgica era exigida, naquele momento, e  nós atuamos. É isso que a sociedade espera.
 É preciso esclarecer que a abordagem  não foi pela cor da pele do cidadão, ou porque não estava portando máscaras, e sim  pela desordem  que estava provocando em via pública.
Afirmar que foi racismo é uma coisa muito forte, porque, respeitamos o direito das pessoas.
Nao houve racismo. Não houve agressão gratuita. Fizemoa a contenção de um cidadão pelo bem da coletividade.
Nós apagamos incêndios, não os provocamos!"-afirma o bombeiro