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Após solicitação dos prefeitos,a Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) emitiu um ofício pedindo reformas estruturais em uma estrada vicinal, localizada na BR-316, que dá acesso a Central de Tratamento de Resíduos (CTR). A via é administrada pelo Grupo Alagoas Ambiental para depósito de resíduos na Unidade Metropolitana. Pela falta de manutenção, diversos municípios precisam arcar com problemas mecânicos dos caminhões devido ao precário acesso da estrada, com um trecho aproximado de cinco quilômetros, o que causa prejuízos financeiros na Administração Pública Municipal.

A presidente da AMA, Pauline Pereira, explica que as prefeituras não possuem recursos para custear rotineiramente a manutenção dos automóveis junto com a logística, principalmente agora, com queda na arrecadação provocada pela pandemia do Covid-19. Além disso, por conta do período chuvoso, que causa um sobrepeso sobre os resíduos, o custo cobrado para o depósito no aterro sanitário disparou, porque o valor para acondicionamento é relacionado diretamente com o peso e o volume.

A Associação pede uma solução para a melhoria do acesso ao aterro sanitário, desconto no custo cobrado para o processo de gerenciamento e, também, a relação atualizada dos municípios alagoanos que têm contrato atual com a CTR de Pilar. Desde 2018, cada gestor tem a responsabilidade de destinar corretamente os resíduos após o fechamento definitivo dos lixões a céu aberto, em cumprimento às políticas estaduais de meio ambiente e às exigências do MPE.

O Grupo Alagoas Ambiental possui duas Centrais de Tratamento de Resíduos (CTR), como a Unidade Metropolitana, localizada em Pilar, e Unidade Agreste, localizada em Arapiraca. Atualmente, cerca de 70% dos municípios do Estado depositam resíduos nos locais administrados pelo grupo, cumprindo assim, o que preconiza a Lei nº 12.305/2010 – Política Nacional de Resíduos Sólidos.