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O crescimento no número de casos de covid-19 no Estado obrigou a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Maceió  a suspender as sessões ordinárias virtuais que estavam sendo realizadas desde o dia 7 de abril. Três vereadores e alguns funcionários da Casa testaram positivo para a doença.

O Ato n° 8 que estabelece a nova medida será publicado no Diário Oficial do Município (DOM) desta terça-feira (11) e tem validade até 22 deste mês.

Desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou o isolamento social como a melhor forma de evitar o contágio pelo Coronavírus, a Casa de Mário Guimarães suspendeu as atividades presenciais no Legislativo e passou a fazer sessões virtuais, justamente para debater e encaminhar saídas, em conjunto com o Executivo, para diminuir a crise sanitária e econômica em Maceió. 

Nesta segunda, o vereador Francisco Sales (PSB) comunicou, em suas redes sociais, que testou positivo para o Coronavírus, depois de o pai dele também ser acometido pelo mesmo mal. Este foi o terceiro caso registrado no parlamento municipal de Maceió. O primeiro aconteceu há duas semanas, quando o médico e vereador Cléber Costa (PSB) foi internado no Hospital do Coração, com sintomas de covid-19 e o segundo foi verificado na semana passada, quando a vereadora Ana Hora (MDB) anunciou que em tratamento. Assim como eles, alguns funcionários da Casa também estão doentes. Tudo isso fez o presidente da Casa, Kelmann Vieira (Podemos), optar por suspender as sessões virtuais.

"Apesar de serem sessões online e de termos estabelecido teletrabalho na Câmara, entendemos que se fazia necessário a suspensão dos trabalhos tendo em vista os casos de teste positivo. Mesmo com máscara, álcool em gel 70% e distanciamento, a estrutura das sessões virtuais requeria o número mínimo de funcionários para poder funcionar, o que não deixa de ser um risco para cada um. Em Alagoas e em Maceió só crescem a quantidade de casos e prezamos pela cautela. Entendemos que é o melhor a fazer neste momento, em cumprimento também às novas determinações do governo do Estado", afirmou Kelmann Vieira.