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Ao depositar seu voto na histórica sessão virtual do Senado nesta sexta-feira, o senador Rodrigo Cunha pediu a atenção do governo aos brasileiros que estão em outros países e que, devido ao avanço do coronavírus, não conseguem voltar para suas casas. São brasileiros que estão fora de casa a passeio e foram pegos de surpresa pela crise, que vem se alastrando de forma muito rápida. 

Os pedidos têm chegado ao senador e ele tem atuado, junto ao Itamaraty, para socorrê-los. O senador também pontuou que como o Brasil é muito desigual, enquanto alguns se exasperam pela falta de álcool em gel para se prevenir contra a doença, estima-se que 35 milhões de brasileiros vivam sem água tratada em suas casas. 

“Enquanto alguns correm para estocar álcool em gel, muitos não têm água corrente ou esgoto em casa. Se diante dessa realidade diversa também temos capacidade de realizar uma sessão virtual, vamos usar a tecnologia para identificar formas de padronizar as informações dos mais diversos entes federativos para tomarmos decisões rápidas e pontuais que recaiam especialmente sobre as populações que mais precisam, como as que vivem nas favelas e aquelas em situação de rua”, pondera o senador. 

Numa crise de proporções tão graves quanto esta do coronavírus, é com essa população que a preocupação deve ser maior. Rodrigo Cunha aproveitou para fazer um reconhecimento e agradecimento público do trabalho dos profissionais de saúde, que arriscam suas vidas para salvar as de outras pessoas, e dos veículos de comunicação, que têm levado informação atualizada, o que é vital para que a população possa se precaver neste momento.

Na votação que aprovou o decreto que institui no Brasil o estado de calamidade pública, o senador disse serem importantes as medidas que o governo vem tomando para tentar evitar demissões em pequenas e grandes empresas durante a desaceleração econômica que o coronavírus vem causando. Ele pontuou que o setor que mais está sendo afetado é o turístico, uma das principais bases da atividade econômica de Alagoas.  A sessão foi um marco por permitir que os senadores votassem, de dentro de suas casas, uma matéria urgente para o país.