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Ela soube da finitude da vida, numa manhã chuvosa. O médico afirmou-olhando nos olhos dela- que havia pouquíssimo tempo.
Ela sentiu a palidez espalhar por sua alma. A família toda se resumia nela e na  filha. Como iria deixar sua menina sozinha no mundo?
A angústia tomou conta da mulher que decidiu.
Chegou em casa matou a filha e se matou.
O suicídio é uma epidemia que faz barulho, mas, o poder público faz de conta que não ouve.
É preciso ir além do Janeiro branco, setembro amarelo e os meses tatuados de alerta, etc e tal. É urgente que  o poder público invista em políticas públicas de valorização à vida.
Precisamos de uma campanha educativa de prevenção ao suicídio, em Alagoas.
Precisamos!