Foto: Ilustração Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Conhecimento em anatomia é fundamental para a prática da harmonização orofacial

O Brasil está em segundo lugar no ranking mundial de procedimentos estéticos. Diante desses dados, a harmonização orofacial está em constante evolução e ganha cada dia mais adeptos.

A grande gama de profissionais que investiram no segmento traz preocupação com a saúde da população. Qualificação e conhecimento em anatomia são dois pontos primordiais na execução de procedimentos.

Especialista no assunto e professora de anatomia geral e de cabeça e pescoço desde 1997, a cirurgiã-dentista Dra. Katharina Jucá adverte sobre os riscos de escolher profissionais sem investigar a fundo trabalhos realizados anteriormente: “O conhecimento da anatomia do local é imprescindível para um bom resultado, evitando intercorrências e resultados onde se perde a naturalidade. É muito comum ver famosos virando chacota na internet por procedimentos excessivos”, explica.

Apesar do apelo estético, a harmonização orofacial também tem como foco a devolução da funcionalidade de regiões. Em preenchimentos labiais, por exemplo, há a busca pelo bom selamento dos lábios, que interferem diretamente na fala e na respiração.

Na hora de procurar um profissional, vale a pena buscar por referências e resultados satisfatórios, lembrando que experiência e qualificação são importantes para não ter problemas futuros.