Polyana Lima/CM Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Coletiva na sede da Defensoria Pública

O Acordo para Apoio na Desocupação das Áreas de Risco protocolado na Justiça Federal, nesta sexta-feira (3), com a Braskem foi fruto de várias reuniões entre órgãos como MP, MPF, Defensoria Pública do Estado e da União.

Feito hoje por uma das autoridades envolvidas nas negociações, o reforço, esclarecimento (ou desabafo) acima é, na verdade, uma resposta a políticos que teriam se adiantado  em assumir a paternidade da criança.  

E o primeiro destinatário parece ser o deputado federal JHC (PSB), presidente da Comissão Externa do Afundamento do Solo em Maceió. Em texto divulgado após o anúncio do acordo, o parlamentar comemorou a decisão, lembrando que, em audiências públicas, o colegiado recomendou a não judicialização do caso.

Nos bastidores, o comentário geral é que o tom da comemoração desagradou não só integrantes das instituições envolvidas nas tratativas que culminaram com o acordo, mas aliados do próprio JHC.

Isso nos lembra a icônica frase do filme O advogado do diabo: A vaidade é meu pecado favorito.