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Manhã de segunda, após o término da atividade da Secretaria de Estado de Prevenção á Violencia- SEPREV, convidei-o para uma conversa  e ficamos, por ali mesmo, ao pé da parede.
Foi um conversa franca, leve, de peito aberto. Ambos dispostos a ouvir, e só  falar no tempo das argumentações necessárias.
E as pautas foram girando os tempos das horas. Dialogamos sobre  o lançamento do Odo- Livro Preto de Poesias, ainda em dezembro.Odo é  obra inédita no gênero e a primeira a ser lançada no país. Idealizado pelo Instituto Raízes de Áfricas, com apoio do Governo do Estado.
Falamos sobre  valorização para jovens periféricos que ocupam a rua fechada da Ponta Verde, nos finais de semana com  suas identidades culturais, como a  Batalha do Passinho.
Falamos de  políticas públicas, muitos e diversos  assuntos. Ele, didático, disse da política  como lugar de mediação social .Como ativista reafirmamos a necessária e urgente transversalidade da temática  racial, nas secretarias de estado.
Foi uma boa conversa. Diálogo precioso que traçou caminhos de possibilidades.
Obrigada, Renan Filho!