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A leitura afro comentada de Odo, Livro Preto de Poesias, que aconteceu na tarde da sexta-feira,06/12, nos espaços da REDEH, centro do Rio de Janeiro  fomentou o diálogo entre mulheres pretas e indígena que lidam, diariamente, com a questão do racismo e a poesia de jovens pret@s periféric@s dos jovens das Alagoas de Palmares.

O livro é iniciativa do Instituto Raízes de Áfricas, com o apoio do Governo do Estado de Alagoas, através das secretarias de Estado da Cultura, Secretaria de Estado da Comunicação, Secretaria de Estado de Prevenção a Violência, Secretaria de Estado de Ressocialização e Inserção Social.

Os espaços da REDEH, centro do Rio de Janeiro  foi gentilmente cedido por Schuma e Patrícia Mourão.

E a leitura juntou irmãs...

Rosane Romão, a irmã psicóloga  do nosso querido Marcos Romão atravessou, literalmente pontes,(veio de Niterói) para chegar a tempo do encontro.

Marah Silva, a  consultora e designer de moda trouxe toda emoção dos territórios pretos, ao aceitar o convite, ela nos disse: “Super posso participar. Essa leitura é sobre @s noss@s.”

E, ainda teve Ana Paula Dias,  atriz negra com a voz carregada de Áfricas: forte e cheia de significados, que interpretou com a alma exposta alguns poemas de meninas e meninos que estão em ODO.

Ana  foi indicada pela cineasta indígena, Célia Maracajá, amiga de nosso parceiro cineasta carioca,também cineasta, Carlos Asberg.

Alessandra Nzinga saiu de Seropédica, município do estado do Rio de Janeiro, distante 75 quilômetros da capital e já chegou dizendo:- se nós não nos ajudarmos, quem o fará?

A leitura afro comentada misturou todas as gentes e revelou que Odo, como  grande movimento preto literário,faz ecoar gritos ancestrais e traz as africanidades jovens brasileiras e periféric@s para as rodas de conversas.

Odo é grande movimento permanente de ideais e junta  gente de muitos territórios.

Obrigadas, pretas irmãs.

Ubuntu!