Foto: Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Deputado JHC.

Para o Deputado Federal JHC (PSB/AL), o ditado; onde há fumaça há fogo, nunca foi tão verdadeiro, se levado em consideração o escândalo recente, revelado pela a operação Casmurros da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União em Alagoas (CGU/AL), em que se aponta desvio e prejuízo estimado aos cofres públicos de R$ 8.515.467,60, podendo superar R$ 21 milhões, no âmbito do Governo de Renan Filho, na Secretaria Estadual de Educação de Alagoas, do vice-governador Luciano Barbosa.

As preocupações e desconfianças do Deputado JHC, com as possíveis falcatruas na educação e no uso dos recursos públicos do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação Básica (Fundeb) são antigas e vem desde 2015, quando iniciou seu primeiro mandato como Deputado Federal.

De lá para cá, JHC tem sido frequente no policiamento, pedido de informações e esclarecimentos quando ao uso dos recursos, a falta de licitações, bem como a falta de transparência nos atos e procedimentos financeiros, motivo que fez JHC requisitar inúmeras vezes informações, tanto ao Município de Maceió, onde descobriu que os transportadores escolares operam sem licitação, como do Governo do Estado de Alagoas.
Prova desse policiamento e fiscalização realizada por JHC, desde 2015, é que o mais recente pedido de esclarecimentos feitos pelo deputado à Secretaria de Estado da Educação de Alagoas sobre pagamentos, com relação à BIOÉTICA GESTÃO PÚBLICA, data de julho deste ano.

E hoje, a operação em conjunto da PF, MPF e CGU, comprovou a desconfiança do deputado JHC, e revelou que nos processos administrativos que antecederam contratos celebrados com as empresas que se revezaram entre os anos de 2017 a 2019 apresentaram indícios de dispensa indevida de licitação, direcionamento da contratação, fraude e manipulação processual, sobrepreço, subcontratação irregular, pagamentos sem cobertura contratual e pagamentos sem documento hábil para liquidação e Fraudes com superfaturamento na execução dos contratos, causando prejuízo estimado aos cofres públicos na ordem de R$ 8.515.467,60, podendo superar a cifra de R$ 21 milhões.