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O réu Ronaldo Martins da Silva foi condenado a 19 anos e três meses de reclusão pelo assassinato de Marcos Batista da Silva, ocorrido em 2006. O julgamento ocorreu nessa segunda-feira (9) no mutirão de júris promovido pela Justiça Itinerante no Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau), em Maceió.

Os jurados rejeitaram o pedido de absolvição feito pela defesa e condenaram o réu por homicídio qualificado. A pena deverá ser cumprida em regime inicialmente fechado. O julgamento foi conduzido pelo juiz Geraldo Cavalcante Amorim.

“A vítima foi executada com disparo de arma de fogo, em plena via pública, nas imediações da avenida Rotary, local muito movimentado, tendo posto em risco a incolumidade física de outras pessoas”, ressaltou o magistrado na sentença.

O crime ocorreu no bairro do Barro Duro, na capital. Segundo a denúncia do Ministério Público, Ronaldo teria perguntado a Marcos onde morava o “Tão”, que seria um alvo do acusado. Após Marcos responder várias vezes que não sabia, o réu sacou uma arma e efetuou disparo no rosto da vítima.

O suspeito já havia sido julgado pelo Tribunal do Júri em 2017, mas a sessão foi anulada após recurso de apelação.