Blog do Tinho Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true JHC defende venda direta e fim da cota de isenção aos EUA

O Deputado Federal JHC (PSB/AL) defendeu o fim da cota de isenção de importação do etanol dos EUA para o Brasil. Com dados precisos, JHC afirma que o Brasil não depende de uma gota sequer de etanol importado.

“Não precisamos de uma gota de álcool dos americanos para suprir nossa demanda interna. A medida serviu apenas para submeter à indústria local a uma competição desleal e predatória”, disse.

Para o deputado, que lembrou que o inverso não ocorre, quando o açúcar brasileiro é altamente taxado no exterior, a isenção concedida não se justifica.

De acordo com a Associação de Produtores de Açúcar, Etanol e Bioenergia – NOVABIO, os Balanços de Oferta e Demanda, ao longo dos anos, mostram que a produção de etanol no Brasil atenderia de modo satisfatório o consumo interno, já que “as previsões de safra do Brasil oriundas de 640 milhões de toneladas de canas resultarão em cerca de 29,8 milhões de toneladas de açúcar e mais de 33 bilhões de litros de etanol afora ainda, fora dessa conta um total de 1,3 bi de produção de álcool de milho no nosso centro-oeste”.

Também preocupação do Deputado JHC em fala na tribuna da Câmara, a associação ainda aponta que às operações de arbitragem, sobretudo financeira, que ocorrem sobre o olhar do governo federal, são diretamente causadoras de anomalias que já acarretaram significativos prejuízos socioeconômicos ao país e que “a Produção no Brasil só deslanchará tratando-se os desiguais de forma desigual”.

“O que nós queremos aqui é paridade de armas. É que a gente tenha um processo isonômico. Em contrapartida se nós formos exportar o açúcar da cana-de-açúcar brasileira, nós temos taxação lá nos Estados Unidos. Então, o que nós queremos, com esse apelo, é salvar o setor sucroenergético. Medidas como essa e como a venda direta podem gerar milhares de emprego”. Afirmou JHC.