A Copa do Mundo Feminina da França foi sucesso absoluto em todos os âmbitos: público, audiência, visibilidade e alta performance. O título mundial ficou com os Estados Unidos, enquanto as brasileiras pararam no duelo com a França nas oitavas de final.

A sede da próxima Copa Feminina ainda não foi definida. Mas, a Fifa já estabeleceu que a competição ganhará mais oito participantes na edição de 2023. Isso porque o Conselho da Fifa aprovou a ampliação do número de seleções de 24 para 32. A decisão foi tomada de forma unânime.

A modificação na quantidade de equipes na Copa integra o conjunto de cinto propostas para o desenvolvimento do futebol feminino. O projeto foi apresentado pelo presidente da FIFA, Gianni Infantino, que considera o momento ideal para acelerar o processo de organização da categoria.

Infantino declarou que as oito vagas adicionais serão importantes para que outras centenas de associações se mobilizem em prol do futebol feminino com o surgimento de novos parceiros, e patrocinadores. Os sites de apostas, por exemplo, já estão diversificando os investimentos no esporte nacional.

A prova disso foi o acordo fechado recentemente entre uma empresa do setor com a dupla brasileira de vôlei de praia, Carol Solderg e Maria Elisa, de acordo com reportagem do "IGaming Brazil".

 

Desenvolvimento do futebol brasileiro

 

O ano de 2019 também está sendo um divisor de águas para o futebol feminino brasileiro. A partir de janeiro de 2019, a Conmebol determinou que os clubes deveriam ter equipes femininas de base e profissionais para assegurar as vagas na Libertadores e na Sul-Americana.

Por causa disto, os principais clubes do cenário nacional ingressaram na categoria com equipes próprias ou parcerias. Além disso, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ampliou o calendário feminino com a criação da segunda divisão do Brasileirão Feminino, a Série A2, e a organização da primeira edição do Campeonato Brasileiro Sub-18.