Estar insatisfeito com a cobertura do seu plano de saúde não é incomum e muitas vezes a melhor opção é trocar de operadora. Contudo, muitos ficam receosos em fazer essa mudança por temer ter de cumprir os períodos de carência novamente.

Nesses casos, saiba que existe a possibilidade de portabilidade de carências. Está confuso com o termo? Então confira este infográfico que fizemos em parceria com a Zelas Saúde para tirar todas as suas dúvidas e explicar as novas regras que entraram em vigor no ano de 2019.

Primeiramente, para ter direito à portabilidade de carências na troca de planos, será necessário:

1. Ter vínculo ativo com o plano atual;

2. Estar com todas as contas em dia com a operadora;

3. Ter cumprido o prazo mínimo de permanência no plano:

● 1ª portabilidade: mínimo de 2 anos no plano inicial, e de 3 anos em caso de de Cobertura Parcial Temporária;

● A partir da 2ª portabilidade: mínimo de 1 ano ou de 2 em caso de coberturas não previstas no plano inicial;

4. O plano de destino deve ter igual ou inferior ao plano atual, com exceção dos casos de portabilidade especial, planos empresariais e pós-pagamento

 

Principais mudanças

 

 

Regras antigas

Novas regras (a partir de junho de 2019)

Quem pode fazer?

Beneficiários de planos individuais/ familiares ou coletivos por adesão

Beneficiários de todas as modalidades de contratação (individual, familiar, empresarial ou por adesão)

Período limite para solicitação

Pode ser feita apenas 4 meses após o aniversário do contrato

Não existe mais limite, podendo ser pedida em qualquer momento, passado o período mínimo de permanência do plano atual

Cobertura compatível

O beneficiário só pode mudar para outro plano com mesma cobertura do plano atual

O beneficiário pode mudar para um plano com cobertura superior, apenas devendo cumprir as carências dos novos procedimentos

Relatório de compatibilidade

É necessário imprimir o relatório para pedir a portabilidade à operadora

O relatório é enviado online

através do Guia ANS de Planos de Saúde

 

Novas regras

Também será possível alterar o tipo de contratação sem cumprir as carências novamente nos seguintes casos:

 

De plano empresarial para:

De plano coletivo por adesão para:

De plano individual para:

Plano individual: mensalidade de mesmo valor ou inferior ao plano atual

Plano empresarial: mensalidade de mesmo valor ou inferior ao plano atual + vínculo empresarial ou empresário individual

Plano empresarial: mensalidade de mesmo valor ou inferior ao plano atual + vínculo empresarial ou empresário individual

Plano coletivo por adesão: mensalidade de mesmo valor ou inferior ao plano atual + vínculo setorial ou classista

Plano individual: mensalidade de mesmo valor ou inferior ao plano atual

Plano coletivo por adesão: mensalidade de mesmo valor ou inferior ao plano atual + vínculo setorial ou classista

Para outro plano empresarial: vínculo empresarial ou que o beneficiário seja um empresário individual

Para outro plano por adesão: mensalidade de mesmo valor ou inferior ao plano atual + vínculo setorial ou classista

Para outro plano individual: mensalidade de mesmo valor ou inferior ao plano atual

 

Fonte: ANS