Reprodução TV Pajuçara/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Prisão de funcionária da Pata Voluntária

A Seção de Crimes Cibernéticos da Deic solicitou à Justiça o bloqueio da rede social da ONG Pata Voluntária. Segundo o delegado Thiago Prado, o perfil da ONG tinha sido reativado após a soltura das gestoras que foram acusadas de estelionato. Acatando o pedido, a Justiça determinou que o Instagram bloquei e desative o perfil da organização não governamental em um prazo de 24 horas sob pena de aplicação de multa diária, no valor de R$ 5 mil reais.

Já que foi constatado que a mensagem poderia enganar mais vítimas a depositar dinheiro nas contas da ONG, o delegado Thiago Prado representou pelo imediato bloqueio da conta social.

No pedido feito ao juízo da 6ª Vara Criminal, responsável pelo caso, o delegado afirma que o perfil social manteve a publicação que gerou o crime, ficando “claro que persiste o intuito de enganar as pessoas de boa-fé, para que efetuem depósitos em contas correntes da instituição.”

“Assim, diante do evidente uso da rede social para a prática de crime, faz-se necessário e urgente ordem judicial para que seja determinado o imediato bloqueio do perfil social @patavoluntaria,  utilizado como instrumento de crime, a fim de impedir que outras pessoas venham a ser vítimas do golpe”, ressaltou Prado no pedido.

A decisão assinada pelo juiz de direito George Leão de Oemena deferiu o pedido e já fora remetida para o Instragram, para imediato cumprimento.