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Recebi de presente um livro preto:  As Mulheres Abayomis , do soteropolitano, Adilson Passos, que conta e ressignifica histórias para o povo preto e mais gentes.
A obra literária me chegou como tesouro raro,com dedicatória feito celebração de lutas:- Arísia Barros, estive em Salvador,  e ao me deparar com essa publicação só lembrei de você.
O livro, que ela me deu de presente, fala sobre mulheres pretas, ativismo e  sobre as bonecas abayomi, símbolo da sobrevivência negreira.
A moça  foi a Salvador, na Bahia de Todos os Santos e me trouxe um livro de presente. Preciso dizer,
 que, verdadeiramente receber livro preto oxigena os caminhos do ativismo, fortalecendo passos e deixa o coração em festa.
Obrigada, querida, Perolina Lira, Superintendência de Identidade e Diversidade Cultural da Secretaria de Estado da Cultura.
Li e reli o  livro de um fôlego só,  e para rememorar o 25 de julho, dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra,  o Instituto Raízes de Áfricas ,com apoio da Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social  realiza, no final do mês de julho, uma Roda de Conversa para recontar essa história preciosa para as mulheres reclusas em celas do Pesídio Santa Luzia, em Maceió Alagoas.
Falar para as mulheres privadas de liberdade sobre o poder da pretitude que resiliente, conjuga a liberdade como ideologia permanente. Mulheres pretas que redescobrem o poder identitário.
O livro que ela me deu de presente será fonte de  grande acolhimento  para mulheres do  Presídio Santa Luzia.
Obrigada, querida, Perolina Lyra, pelo presente que se transformou em um grande quilombo de ideias.
Obrigada!