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Dia 13 de julho é comemorado em alguns países do mundo o “Dia Mundial do Rock”. A origem da data começou neste dia, em 1985, no festival Live Aid, em Londres e na Filadélfia. Na ocasião, Phill Collins, então vocalista da banda Genesis, que participou dos dois shows, declarou aquele como o “Dia do Rock”.

O festival foi organizado pelo escocês Midge Ure e pelo vocalista da banca Boomtown Rats, Bob Geldof, que se comoveu com a crise humanitária na Etiópia e resolveu fazer um megaevento com o objetivo de arrecadar fundos para a causa. O show na Filadélfia ocorreu no estádio JFK e reuniu nomes como The Cars, Tom Petty, Madonna, Duran Duran, Led Zeppelin e Bob Dylan. Na Inglaterra, o concerto ocorreu no estádio Wembley e contou com U2, Paul McCartney, The Who e Queen.

No mesmo dia, shows em outros países, como Austrália e Alemanha, foram feitos para apoiar a causa. As apresentações foram transmitidas para cerca de 150 países e alcançaram aproximadamente 2 bilhões de espectadores. As rádios rock brasileiras passaram a celebrar a data em meados de 1987.

Atualmente no Brasil,  o estilo segue fora das paradas, sertanejo e funk dominam o mercado da música. No entanto, mundialmente há tentativas de mostrar a força de um "novo classic rock". São nomes que preferem tocar um rock mais raiz, sem as misturas ouvidas no som de bandas bem cotadas como Muse, Imagine Dragons, Coldplay, Arctic Monkeys, Twenty One Pilots e Killers.

Se os nomes acima continuam mais ou menos populares mas se prendem cada vez menos ao formato tradicional, há muitos que curtem o tradicional "rock in rol", sem tirar as guitarras do primeiro plano. Assim como diversas bandas no mundo e no Brasil que, mesmo não tão presentes no mercado, ainda são adoradas e aclamadas pelo estilo musical que parece não morrer.

 

*Com Agências Nacionais