Daniel Paulino/CadaMinuto Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Governador Renan Filho

Em entrevista à imprensa, no dia de ontem, 12, o governador de Alagoas, Renan Filho voltou a comentar sobre a Reforma da Previdência. Ele destacou que “sempre foi favorável à reforma”, sendo crítico apenas de pontos, como a questão do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Bem, se Renan Filho sempre foi a favor da Reforma, faltou dizer isso ao seu vice-governador Luciano Barbosa (MDB) que, em passado recente, assinou – junto com outros governadores nordestinos, portanto representando Alagoas – uma carta contrária à Reforma da Previdência.

No entanto, se justifica os governadores em geral – e Renan Filho em particular – estarem mais preocupados com o tema agora. É que os estados e os municípios tendem a ficar de fora. Assim será na Câmara dos Deputados, cabendo apenas uma revisão do texto no Senado Federal.

Isso é péssimo para os Executivos estaduais e municipais. No caso de Alagoas, por exemplo, o sistema previdenciário deve fechar com um rombo de R$ 1,4 bilhão.

O governador diz que ainda não possível “saber qual reforma será aprovada”. Ele espera a tramitação completa – pelo que dá a entender – para tecer considerações mais aprofundadas. Na Câmara dos Deputados, o tema deve ser encerrado hoje.

Renan Filho ainda defende outras reformas, como a Tributária, para a retomada do crescimento. Nisso, ele está correto. Afinal, como diz: “não é apenas a Previdência que resolverá a panaceia”.

“Eu acredito que a reforma não é a panaceia para resolver todos os problemas do Brasil, mas a gente precisa discutir caminhos para a retomada do crescimento econômico”, afirmou.

O governador finalizou o assunto mantendo a esperança de que Estados sejam incluídos.

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