Reprodução TV Pajuçara/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Prisão de funcionária da Pata Voluntária

A presidente da ONG Pata Voluntária ingressou com um processo no Tribunal de Justiça de Alagoas solicitando a devolução dos bens apreendidos durante a operação que culminou em sua prisão e de mais duas voluntárias, investigadas pelo crime de estelionato.

O caso que é investigado segue em segredo de justiça, mas através do site do TJ/AL é possível consultar que a presidente da ONG, Amropali Pedrosa Mondal, deu entrada no pedido no último dia 10 desde mês.

Junto com ela foram presas Nayane Perícia Silva Barros, 26 anos, e Maria Gisele do Nascimento Oliveira, de 23 anos, também acusadas dos crimes de estelionato, falsa de crime e organização criminosa. Como o processo corre em segredo de Justiça não foi possível vê quais bens são solicitados pela presidente, se os bens particulares ou da ONG animal.

O crime foi descoberto depois que a presidente do abrigo, Amropali Pedrosa, fez uma denúncia alegando um suposto assalto à sede da ONG, onde ela e as duas voluntárias teriam sido vítimas de agressão durante o crime.

 As suspeitas alegaram também que os supostos assaltantes teriam roubado materiais usados para cuidar dos animais. Ao chegar ao abrigo, a polícia constatou que o local estava abandonado e sem animais.

Em junho, a ONG Pata Voluntária criou uma conta para arrecadar fundos no site vakinha.com.br. Segundo a publicação feita na época, o objetivo era quitar supostas dívidas do abrigo. Ao final do prazo de doação, o abrigo conseguiu arrecadar R$ 77.682,83, tendo como objetivo arrecadar R$ 70 mil. 

Desta vez, elas conseguiram arrecadar mais de R$ 300 mil.