Ascom/STJ/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Ministro Humberto Martins

O presidente Jair Bolsonaro já anunciou mais de uma vez a sua pretensão de indicar para o Supremo Tribunal Federal (STF) um ministro ‘terrivelmente evangélico”.

Até o final do seu governo o presidente poderá indicar dois nomes para substituírem os atuais ministros Celso de Mello e Marco Aurélio, que vão se aposentar.

Reportagem da Folha revela que o alagoano Humberto Martins, ministro do STJ - Superior Tribunal de Justiça, está nessa lista.

Contudo, não se pode dizer que o ex-presidente da OAB de Alagoas e ex-desembargador do TJ\AL tem como principal qualidade, para o gosto do presidente, ser ‘terrivelmente evangélico’, certo?

Talvez por isso na bolsa de apostas outros nomes apareçam com mais força, caso do juiz Marcelo Bretas, que atua na Lava Jato do Rio de Janeiro.

Mas outros dois nomes surgem com maior destaque. Um é o deputado Marcos Pereira (PRB-SP), bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, cujo ‘comandante’, o bispo Edir Macedo, apoiou a eleição de Jair Bolsonaro.

O outro – o principal neste momento, é o do advogado-geral da União, André Mendonça, que conta com o apoio de parte da bancada religiosa no Congresso.

Por coincidência, Gilmar Mendes e Dias Toffolli também ocuparam os cargos de advogado-geral nos governos Fernando Henrique (PSDB) e Lula (PT), respectivamente, antes de serem indicados para o STF.