Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Otorrinolaringologista, Gabriel Figueiredo

Nesta segunda-feira, 08, comemora-se o dia Mundial da alergia que tem como objetivo alertar as pessoas sobre a importância do tratamento das alergias, já que em certos casos elas podem provocar a morte. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), publicados em outubro de 2018, cerca de 30% dos brasileiros sofrem de alergia.

As reações alérgicas podem envolver qualquer parte do corpo, as mais comuns são as respiratórias e alimentares.
O otorrinolaringologista, Gabriel Figueiredo, explica que entre as alergias respiratórias aparecem as rinoconjuntivites, sinusites e asma. A rinosinusite é uma inflamação na cavidade nasal (nariz) e nos seios da face que pode provocar a obstrução nasal, secreção constante, dores de cabeça e no rosto e a perda de olfato. 

“O nariz tem a função de aquecimento e de umidificar o ar que respiramos, para que chegue ao pulmão quente e úmido e o tempo seco traz diversos incômodos, principalmente às pessoas alérgicas, que têm o quadro de rinite piorado e aumentando a secreção nasal”, pontuou.

De acordo com o médico, os sintomas da rinite alérgica podem ser coceira no nariz, entupimento nasal, coriza e espirros frequentes, parecendo que o paciente está sempre gripado. O uso de medicação antialérgica por via tópica (através das narinas) e/ou por via oral é a primeira escolha de tratamento para a maioria dos casos, associado à higienização nasal diária, geralmente duas vezes ao dia, mesmo sem apresentar sintomas. 

Um alerta feito por Gabriel é que se os sintomas permanecerem entre cinco e sete dias sem melhoras, o paciente deve procurar um otorrinolaringologista para avaliação médica. “Jamais faça ao automedicação, primeiro porque ela pode mascarar os sintomas e segundo porque o uso inadequado dos chamados descongestionantes nasais, devido às substâncias contidas, como a pseudoefedrina, pode levar ao vício do medicamento”, informou.