Reprodução TV Pajuçara/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Prisão de funcionária da Pata Voluntária

As três mulheres investigadas pelo crime estelionato tiveram suas prisões preventivas decretada pela Justiça alagoana. Na decisão, publicada neste sábado (06), a justiça determinou que  Amropali Pedrosa Mondal, Nayane Petrúcia Silva Barros e Maria Gisele do Nascimento Oliveira continuem detidas no mesmo local onde estão desde a prisão, ocorrida na última sexta-feira.

Amropali Pedrosa Mondal, 28 anos, é presidente da organização não governamental (ONG) Pata Voluntária. Durante esta semana, a presidente do abrigo fez uma denúncia alegando um suposto assalto à sede da ONG. Segundo relato de Amropali, ela e as duas voluntárias teriam sido vítimas de agressão durante o crime.

 As suspeitas alegaram também que os supostos assaltantes teriam roubado materiais usados para cuidar dos animais. Ao chegar ao abrigo, a polícia constatou que o local estava abandonado e sem animais.

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De acordo com a Polícia, as jovens também podem responder por crime ambiental, pois segundo a polícia, havia animais silvestres, sem autorização legal, na residência delas. O trio teria arrecadado cerca de R$ 300 mil em doações.