Foto: Cortesia Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Deputadas visitam Casa da Mulher no MS


Trazer para Alagoas um projeto de referência nacional que oferece serviços de enfrentamento à violência doméstica é um dos objetivos das deputadas estaduais da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE). Nesta semana, três das cinco deputadas da bancada feminina da ALE visitaram a Casa da Mulher Brasileira, no Mato Grosso do Sul.

A Casa da Mulher Brasileira é considerada referência no país quando se fala em políticas públicas que visam a proteção integral e acolhimento à mulher vítima de violência. O local tem Juizado, Delegacia especializada, Defensoria Pública, Ministério Público, Patrulha Maria da Penha e atendimento psicossocial.

As três deputadas:  Ângela Garrote (PP), Fátima Canuto (PRTB) e Flávia Cavalcante (PRTB) conheceram a Casa e garantiram que não vão medir esforços para implantar o projeto em Alagoas.

Segundo Ângela Garrote, a ideia inicial é implantar a Casa da Mulher Brasileira no primeiro andar do Juizado da Mulher de Maceió, que funciona na Praça Sinimbu, no Centro de Maceió. 

A deputada Flávia Cavalcante reforçou que com a implantação do projeto, as mulheres vão se sentir mais seguras. “Acredito que as mulheres irão se sentir mais seguras para denunciar os seus agressores porque existe todo o acompanhamento necessário desde o jurídico até o psicossocial. Nós precisamos fortalecer as mulheres para que os índices de violência doméstica diminuam em nosso Estado”, ressaltou.

Já Fátima Canuto afirmou que as deputadas puderam ver de perto como a Casa da Mulher Brasileira funciona e que levar para o Estado esse projeto pioneiro no MS é resgatar a autoestima de cada uma, além de restaurar a dignidade delas.

“Ao lado do presidente do Tribunal de Justiça, Tutmés Airan, do juiz Paulo Zacarias e da bancada feminina vamos unir forças em prol dessas mulheres. Se deu certo em Campo Grande também vai ser positivo para o nosso estado. É uma maneira que temos de minimizar esses índices de violência, protegê-las e ajudá-las a viver com dignidade”, afirmou Canuto.

Garrote finalizou ressaltando que a intenção é empoderar as mulheres e oferecer uma melhor condição de vida. “Queremos mulheres que possam produzir e que venham contribuir para uma sociedade mais justa”.