Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Nova planta da Braskem

As negociações sobre a venda da Braskem a empresa holandesa LyondellBasell foram encerradas sem nenhum acordo, conforme divulgou o grupo Odebrecht esta terça-feira (4).

 

Segundo a maior acionista, não houve acordo com a empresa e venda do controle da Braskem não foi possível. Segundo o "Valor Econômico", o fim das negociações está relacionado a diversos fatores, mas, principalmente, à insegurança jurídica em torno da situação financeira do grupo Odebrecht, apurou o Valor.

 

Através de uma nota, a "Odebrecht, como acionista controladora da Braskem, seguirá empenhada em identificar e perseguir alternativas que agreguem valor à sua participação na empresa, em linha com a estratégia de estabilização financeira do grupo”.

 

A Braskem é controlada atualmente pela Odebrecht, que possui 38,3% das ações e 50,1% do capital votante da petroquímica. A Petrobras possui 36,1% das ações e 47% do capital votante.

 

A tentativa de venda da participação da Odebrecht na Braskem ocorre em meio às dificuldades de caixa do grupo na esteira dos impactos da operação Lava Jato.

 

A holding já saiu de vários negócios desde 2015. Na semana passada, a Atvos, subsidiária do grupo e segunda maior produtora de etanol do país, entrou com pedido de recuperação judicial.

Na sexta-feira (31), a Braskem assinou com a Controladoria-Geral da União (CGU) e Advocacia-Geral da União (AGU) um acordo de leniência no qual a empresa concordou pagar um total de R$ 2,87 bilhões à União até janeiro de 2025. Após o cumprimento do acordo, a empresa terá redução de multas e poderá voltar a receber subsídios e empréstimos do governo federal, além de poder fechar novos contratos com a administração pública.

*Com informações G1 Nacional