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Nos anos de 2014 e 2015, quando os Movimentos de Rua convocaram as suas primeiras manifestações, a “extrema-imprensa” brasileira adotou duas linhas de atuação: a primeira omitia as pautas apresentadas pela população. A segunda, tratava apenas como atos pontuais, sem importância e com pouca representatividade.


Em determinado momento, negar o que já era inegável passou a ser tão ridículo que o único caminho foi noticiar a verdade dos fatos. O resultado todos nós presenciamos: o impeachment da pior presidente da história recente de nosso país.


Com a saída da Dilma, o país entrou em compasso de espera pelo pleito presidencial de 2018. Com o afunilamento dos candidatos, Bolsonaro foi o único a compreender o desejo da população e acabou por se tornar um porta-voz das mesmas pautas que permearam as manifestações: apoio a Sérgio Moro e à Lava-Jato, fim de privilégios da elite politica, ajuste fiscal, redução do Estado.
 

E assim Bolsonaro foi eleito.
 

Não apenas ele, mas todos aqueles que estiveram presentes nas manifestações dos últimos anos. “Dona Maria”, que havia levado sua cartolina com reivindicações; “Seu João”, que gritava por Justiça contra os envolvidos na Lava Jato. Todos eles foram eleitos junto com Bolsonaro. Duvida? Acha proselitismo? É só ver quem pagou pela campanha de um candidato com a menor despesa da história brasileira: a “Dona Maria” e o “Seu João”.
 

Bolsonaro foi eleito para romper com o “mecanismo” do qual faz parte parlamentares, empresários, imprensa e todos aqueles que navegam no mar do dinheiro público.


Seus eleitores sempre tiveram consciência de que o tal “Centrão” não facilitaria a vida do presidente sem “Mensalões” e “Petrolões” em que foram acostumados.
 

Do mesmo modo, eles sabiam que a “extrema-imprensa” não tem e nunca teve compromisso com a verdade. São movidos à verbas públicas e a um “sem-fim” de militância ideológica.


Os atos que o Brasil assistiu ontem, sem sombra de dúvidas, foi a manifestação espontânea de liberdade de expressão mais criticada da história brasileira. Até mesmo Movimentos como o MBL (que lideraram as manifestações Fora Dilma em algumas cidades do país), caíram no conto do vigário.
 

Em Maceió, cerca de 20.000 pessoas saíram de suas casas e foram às ruas não apenas para defender um Presidente, mas aquilo que ele prometeu e está cumprindo. A Reforma da Previdência e Pacote Anti-Crime foram o grito da vez.
 

Não havia ninguém pedindo o fechamento do STF, mas sim a implantação da CPI da Lava Toga. Ou acaso os membros do Judiciário seriam ininvestigáveis?
 

Do mesmo modo, não havia ninguém pedindo o fechamento do Congresso. O que a população não tolera mais é o famoso “toma-lá dá-cá”, praticado por membros do Centrão.


O interessante é observarmos a mesmíssima estratégia adotada pela imprensa em 2014/2015, retornarem às nossas TVs e jornais.

Mas a histeria “dos que não foram”, tem um motivo: seis anos atrás, a esquerda era voz uníssona nas ruas.
 

Hoje, mesmo com o apoio de inúmeros sindicatos instrumentalizados e dos estudantes usados como massa de manobra (em horário de aula), não conseguem expressividade em seus atos. Exceto quando queimam ônibus e quebram vidraças, claro.
 

Quem foi às ruas ontem, foi o verdadeiro Povo: crianças, idosos, famílias inteiras. De verde e amarelo e bandeira do Brasil nas mãos.
 

Quer gostem, quer não. Com a alegria e irreverência, lutar pelo futuro da nação.