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O vereador Francisco Sales (PPL) protocolou um ofício na Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) solicitando informações sobre o critério utilizado para estipular o valor a ser destinado às famílias residentes em áreas de risco nos bairros de Bebedouro e Mutange, que são atingidos pelas fortes chuvas neste período de inverno - que começa dia 22 de junho -. 

Durante a sessão na Câmara de Vereadores, nesta quinta-feira (23), o parlamentar afirmou que os moradores estão se recusando em deixar seus imóveis de forma preventiva neste período chuvoso devido ao valor oferecido pelo município de Maceió para custear o aluguel social durante três meses. 

“Recebemos informação de um morador, que falava da situação com preocupação, a informação de que a prefeitura ofereceu R$ 250,00 para que ele possa sair de sua casa, situada em uma área de risco, para alugar outro imóvel em outro local. Mas onde é que uma pessoa, que já mora em uma área de risco irá para uma área segura, com um valor de R$ 250,00? Como pode ser feito isso? Onde tem esses imóveis disponíveis para que os moradores saiam da área de risco e aluguem uma casa no valor de R$ 250,00?”, indagou Francisco Sales na tribuna. 

No requerimento, o vereador pede que além de apresentar os critérios, a Secretaria Municipal também elabore um cronograma para atender as famílias que residem em uma encosta na Rua Marquês de Abrantes, em Bebedouro, onde uma barreira apresenta sinais de riscos de desabamento. 

Francisco Sales lembrou que no ano de 2017, Maceió foi castigada com um inverno muito deliciado, inclusive membros do Governo Federal, à época, vieram e fizeram diversas reuniões para apresentar soluções e resolver as vidas pessoas que residiam em áreas de risco, no entanto, nenhuma medida foi tomada.

“O que foi feito na cidade de Maceió para melhorar a vida das pessoas que moram em área de risco? Quase nada! As pessoas continuam morando nessas áreas de riscos, continuam colocando suas vidas em risco. E há dois anos nós perdemos vidas por conta da ingerência e por de incompetência. Não se trabalha com prevenção nesta cidade”, afirmou o vereador.

O vereador Francisco Sales (PPL) protocolou um ofício na Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) solicitando informações sobre o critério utilizado para estipular o valor a ser destinado às famílias residentes em áreas de risco nos bairros de Bebedouro e Mutange, que são atingidos pelas fortes chuvas neste período de inverno - que começa dia 22 de junho -. 

Durante a sessão na Câmara de Vereadores, nesta quinta-feira (23), o parlamentar afirmou que os moradores estão se recusando em deixar seus imóveis de forma preventiva neste período chuvoso devido ao valor oferecido pelo município de Maceió para custear o aluguel social durante três meses. 

“Recebemos informação de um morador, que falava da situação com preocupação, a informação de que a prefeitura ofereceu R$ 250,00 para que ele possa sair de sua casa, situada em uma área de risco, para alugar outro imóvel em outro local. Mas onde é que uma pessoa, que já mora em uma área de risco irá para uma área segura, com um valor de R$ 250,00? Como pode ser feito isso? Onde tem esses imóveis disponíveis para que os moradores saiam da área de risco e aluguem uma casa no valor de R$ 250,00?”, indagou Francisco Sales na tribuna. 

No requerimento, o vereador pede que além de apresentar os critérios, a Secretaria Municipal também elabore um cronograma para atender as famílias que residem em uma encosta na Rua Marquês de Abrantes, em Bebedouro, onde uma barreira apresenta sinais de riscos de desabamento. 

Francisco Sales lembrou que no ano de 2017, Maceió foi castigada com um inverno muito deliciado, inclusive membros do Governo Federal, à época, vieram e fizeram diversas reuniões para apresentar soluções e resolver as vidas pessoas que residiam em áreas de risco, no entanto, nenhuma medida foi tomada.

“O que foi feito na cidade de Maceió para melhorar a vida das pessoas que moram em área de risco? Quase nada! As pessoas continuam morando nessas áreas de riscos, continuam colocando suas vidas em risco. E há dois anos nós perdemos vidas por conta da ingerência e por de incompetência. Não se trabalha com prevenção nesta cidade”, afirmou o vereador.