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"Eu preferi ficar aqui, pois não aguentava mais ficar sozinha"- disse a senhora com a alma entristecida pelo abandono. "É a primeira vez que passo aqui ( referindo-se ao asilo para onde se mudara). Meu filho único mora longe e nunca vem me ver."
Como ela tinha muitas mulheres no abrigo, algumas entregues pelas mãos das pessoas que  [email protected]  em úteros, porque davam trabalho.
Mulheres que foram responsáveis por alimentar caminhos sustentáveis para garantir a sobrevivências [email protected]  [email protected] e no final da vida se transformam em objetos descartáveis.

Não tenho tempo- afirmam [email protected]
Não tenho tempo- e a cantinela ególatra se repete.
E os asilos ficam abarrotados  de mães orfãs de filhos [email protected]
Descartadas. Descartáveis.