Foto: Ascom TJ/AL Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Tribunal de Justiça de Alagoas

Depois de 26 do assassinato de Lourinete Maria Freitas da Silva, ocorrido em julho de 1993, o júri do réu João Gabriel Felizardo dos Santos, que ocorreria nessa quarta (24) no Fórum da Capital, foi suspenso. A 7ª Vara Criminal recebeu a informação de que o acusado teria falecido, em agosto de 2018, em um hospital no Recife.

A assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) o juiz Sóstenes Alex Costa de Andrade determinou que fosse enviado ofício ao hospital, intimando-o a enviar documentos que atestem o falecimento de João Gabriel dos Santos.

A defesa do réu também foi intimada a enviar certidão de óbito. Parentes não teriam a posse do documento.

O caso

O réu é acusado de matar Lourinete Maria Freitas da Silva, em julho de 1993. De acordo com o Ministério Público de Alagoas (MP/AL), a vítima estava na entrada de sua casa, no centro de Campestre, quando foi alvejada por vários disparos de arma de fogo, falecendo no local.

O MP/AL apontou o fazendeiro José Machado da Silva (Zeca Machado), que era vereador de Jundiá, como mandante do assassinato, mas ele foi absolvido no dia 4 de junho de 2002. Machado era marido da vítima.

O crime teve ainda a participação de José Augusto dos Santos e Jadilson Santos Pereira, que foram julgados e condenados no dia 5 de junho de 2001, a 23 e 16 anos de reclusão, respectivamente.

*Com assessoria