Foto: Reprodução/Internet Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Bancada Federal

O Governo Federal vive nos últimos dias a expectativa para finalizar o texto sobre a reforma da previdência que vai mudar as regras das aposentadorias no país e tentar superar um futuro colapso financeiro nacional.  Do outro lado, os deputados federais alagoanos também mostram ansiedade em analisar e votar a matéria.

O presidente Jair Bolsonaro disse que pretende “bater o martelo” nesta quinta-feira (14). Segundo ele, será fixada a idade mínima de 62 ou 65 anos para homens e 57 ou 60 anos para mulheres, incluindo um período de transição.

 “Eu não gostaria de fazer a reforma da Previdência, mas sou obrigado a fazer, do contrário o Brasil quebrará em 2022 ou 2023”, afirmou o presidente em entrevista exclusiva à TV Record na noite de ontem (13).

Para o deputado Nivaldo Albuquerque, a reforma tem que se apresentar de forma justa e que tenha resultado para o país, mas que seja boa para os trabalhadores.  “Sou a favor de que aconteça uma reforma da previdência, desde que ela não venha afetar a nenhuma das classes trabalhadoras e a nenhum cidadão”, afirmou Albuquerque.

Ele defende ainda que primeiro deve entender a reforma apresentada pelo governo federal para posteriormente se posicionar melhor sobre o projeto.

Já o deputado Severino Pessoa (PRB), colocou que a aprovação da reforma é mais que necessária, pois o Brasil precisa recuperar sua capacidade de investimento. “Se o governo não encarar essa questão de frente, daqui há uns dois ou três anos o país entrará em colapso financeiro, com recursos apenas para pagar salários e aposentadorias, sem recursos para custeio e investimentos”.

Contrário à proposta da reforma previdenciária, o deputado Paulão (PT) afirma que a reforma traz prejuízos para classe trabalhadora, para os idosos, para os pensionistas e principalmente para a juventude. “Esse não é o modelo de reforma que nós queremos esse modelo só beneficia os bancos e o sistema financeiro que o Paulo Guedes. Na realidade para você fazer uma reforma da previdência você teria que fazer de uma maneira diferenciada ouvindo os trabalhadores", disse ele.

*estagiário sob a supervisão da editoria