Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Visita do Conseg

Garantir a segurança através de uma gestão penitenciária eficiente tem sido um trabalho constante da Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris), que conta com o apoio da sociedade civil e entidades públicas para a missão. Nesta segunda-feira (11), representantes do Conselho Estadual de Segurança Pública (Conseg) e Conselho Penitenciário realizaram uma vistoria na Penitenciária de Segurança Máxima a fim de identificar as circunstâncias da fuga que ocorreu na unidade.

Antonio Carlos Gouveia, presidente do Conselho, explicou que, regularmente, a entidade realiza vistorias nos presídios, pois tem como objetivo dinamizar a gestão da segurança pública no Estado. “O conselho de segurança e o conselho penitenciário sempre agem em conjunto fazendo inspeções regulares. Hoje, em especial, é em decorrência da fuga da semana passada e estamos aqui para identificar em que circunstância se empreendeu a fuga”, disse.

“O Estado respondeu a altura quando fez a captura dos apenados, mas houve sim uma falha. Estamos aqui para identificar as circunstâncias e após elaborar um relatório que, no máximo, em dez dias estará pronta com evidências, constatações e providências a serem tomadas”, completou.

O chefe da Penitenciária de Segurança Máxima, agente penitenciário Júlio César Cutrin, reconhece a importância desse tipo de fiscalização. “Essa visita é muito importante, pois demonstra transparência da unidade e da Seris. Essa ação é muito importante, pois destaca a parceria e compromisso que temos com a sociedade e que o Conseg está disposto a ajudar quando necessário”, afirmou.

Para o chefe Especial de Gestão Penitenciária, tenente-coronel Gustavo Maia, a atuação dos servidores penitenciários durante o ocorrido foi decisiva para o resultado da recaptura. “Só temos como dimensionar o que gerou essa fuga após apuração. Mas é preciso destacar a atuação dos servidores de plantão, que de imediato agiram, culminando na recaptura de quase todos os foragidos na mesma manhã”, falou.

“A Seris sempre busca estudar o evento [ocorrências anômalas a rotina prisional] para evitar que venha ocorrer novamente. Neste caso, fizemos todo um levantamento de possíveis falhas na questão de segurança e vamos aplicar novas medidas para que não ocorra novamente”, acrescentou o gestor.