Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

Dor de cabeça após estudos com leitura, dificuldade de acompanhar os assuntos em sala de aula e até notas baixas, esses comportamentos podem significar problemas de vista entre crianças e jovens. E basta uma consulta ao oftalmologista no ano para o rendimento escolar do seu filho melhorar.
 
O oftalmologista Daniel César Torres, do Hospital de Olhos Santa Luzia, empresa do Grupo Opty em Alagoas, alerta sobre a importância dos pais colocarem como prioridade no início do ano letivo a visita dos filhos a um oftalmologista e evitar dificuldades de aprendizados que possam ser causadas por problemas de visão.
 
“A volta às aulas é um período de descobertas para a criança. Novos professores, novos livros, muitas vezes novos coleguinhas, novos espaços para o saber. Tudo é novo. E estar com os olhos saudáveis para enxergar esse mundo novo é fundamental”.
 
O primeiro contato da criança com o oftalmologista deve ocorrer logo nos primeiros momentos após o nascimento, com o teste do olhinho. A partir daí, as crianças precisam de acompanhamento regular com o oftalmopediatra, ao menos uma vez ao ano. Essa rotina é importante para acompanhar o desenvolvimento do sistema visual dessa criança, detectando precocemente alterações que possam ocorrer, e assim, ser possível previnir transtornos.
 
Outro ponto importante alertado pelo especialista é a dificuldade que crianças tem de expressar sobre o que sentem em relação a dores e desconfortos. “Pais e professores devem estar sempre atentos ao rendimento escolar, ao interesse por leitura. Muitas vezes as crianças começam a apresentar desinteresse pelos estudos, bem como desempenho escolar insatisfatório, devido ao fato de não estarem conseguindo ler o que está na lousa da escola. Os pais devem estar atentos também a queixas como dores de cabeça, especialmente se essa dor de cabeça ocorre ao voltar da escola, ou quando a criança está estudando ou lendo”, destacou o especialista.
 
Em muitos casos, esse desempenho inferior causado pelo problema de vista é confundido pelos pais e educadores com preguiça – o que pode mudar a partir de uma consulta ao profissional e do diagnóstico correto. “São surpreendentes os relatos de pais que notam uma melhora substancial no desenvolvimento intelectual da criança, após ela passar a enxergar bem. Na escola já temos uma carga grande de informações para nos concentrarmos, imagina ter que fazer esforço para ler, traz mais um fardo para carregar”.
 
Além disso, o Dr. Daniel ainda ressalta a autoestima da criança e do jovem, que pode ser elevada após o problema de vista ser diagnosticado e tratado. “A volta às aulas é o período ideal para fazer aquele check-up anual e ficar em dia com a prevenção dos problemas oculares. E nada melhor que unir a esses aspectos a autoestima da criança, pois os pais podem, ao lado dos filhos, escolher novos óculos que reflitam a personalidade das crianças e com os quais elas se sintam à vontade, um acessório que vai fazer parte não somente da vida escolar dos pequenos, mas também das atividades de lazer e do dia a dia”, enfatizou o profissional.
 
Sobre o Opty

O Grupo Opty nasceu em abril de 2016, a partir da união de médicos oftalmologistas apoiados pelo Pátria Investimentos, que deu origem a um negócio pioneiro no setor oftalmológico do Brasil. O grupo aplica um novo modelo de gestão associativa que permite ampliar o poder de negociação, o ganho em escala e o acesso às tecnologias de alto custo, preservando a aplicação da oftalmologia humanizada e oferecendo tratamentos e serviços de última geração em diferentes regiões do País. No formato, o médico mantém sua participação nas decisões estratégicas, mantendo o foco no exercício da medicina
 
Atualmente, o Grupo Opty é o maior grupo de oftalmologia da América Latina, agregando oito empresas oftalmológicas, 1400 colaboradores e 400 médicos oftalmologistas. O Instituto de Olhos Freitas (BA), o DayHORC (BA), o Instituto de Olhos Villas (BA), o Hospital Oftalmológico de Brasília, o Grupo INOB (DF), o Hospital de Olhos Santa Luzia (AL), o Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem (SC) e o HCLOE (SP) fazem parte dos associados, resultando em 19 unidades de atendimento.