Foto: Divulgação Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Igor Amaral e Suely Amaral foram presos no dia 29 de janeiro

A Justiça alagoana concedeu liberdade a Igor Amaral Casado, acusado de tramar a morte do padrasto Jaetts Ferreira Júnior, junto com a mãe, Sueli Moraes Amaral. Os dois foram presos na tarde de ontem (29), mas, de acordo com o site do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), Igor foi solto nesta quarta-feira (30), após uma audiência de custódia.

Segundo informações contidas na página eletrônica do TJ , Igor foi preso acusado de posse ilegal de arma de fogo e, após comparecer a audiência de custódia, pagou fiança e foi liberado. Ainda não informações sobre a situação judicial da mãe de Igor, Sueli Morais Amaral.

Conforme os trâmites, concedida à liberdade na audiência de custódia, o acusado volta para a delegacia e deve ser conduzido até o Instituto Médico Legal (IML) para realizar exame de corpo delito. Em seguida, ele volta para a delegacia onde deve ser liberado conforme determinação judicial.

A assessoria de comunicação do TJ disse que não tinha nenhuma informação sobre o caso.

Veja abaixo a informação dos dados do processo:

Mais cedo, durante entrevista coletiva, a polícia confirmou que o empresário Jaetts Ferreira Júnior, de 57 anos, está vivo e que Suely Amaral, esposa de Jaetts, pagou R$ 30 mil para que um homem identificado como João [que trabalhava com ela] matasse o esposo. A acusada justificou dizendo que encomendou o assassinato do marido porque ele queria tomar seu patrimônio e a tratava mal.

Ainda segundo a polícia, Suely era agiota e pagou o valor para que João cometesse o crime. "No dia 24 esse dinheiro foi sacado no banco Itaú pelo Igor e pela Suely e entregue ao João", disse a polícia.

O delegado Thiago Prado, um dos que comandaram a operação batizada de Viúva Negra, enfatizou que sequer houve a tentativa de matar o empresário e que isso torna o fato impunível. No entanto, a polícia conseguiu a prisão preventiva. "A prisão temporária não é embasada no crime de homicídio já que não ocorreu, mas sim nos autos indícios de agiotagem, lavagem de dinheiro e organização criminosa formada".

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