Foto: Senado Federal 10990922 b0e9 4bda b447 d78ddde8f6d9 Renan Calheiros

Novamente o nome do senador Renan Calheiros voltou aos holofotes das investigações da Odebrecht sobre o recebimento de propina. Ele negou as acusações e ainda mostrou fatos do uso de dados já desmentidos para acusá-lo.

“Agora em São Paulo (no Sírio Libanês a 3 dias de concluir o tratamento contra pneumonia). Veja como a banda continua tocando: esses emails da Odebrecht já saíram em vários momentos. Todos os delatores e diretores ouvidos negaram. O delator Claudio Melo (que teve de fazer o 4 º depoimento para citar meu nome por encomenda do MPF, também negou). A própria Folha de São Paulo já publicou a negativa duas vezes. A primeira em  31/07/2017. Pode o MPF continuar vazando o mesmo fato sobejamente desmentido? Que o Gurgel e seu grupo faziam isso, eu já sabia. Que o Janot e sua turma faziam isso, eu já tinha visto”, afirmou o senador.

Calheiros disse ainda que a procurador-geral Raquel Dodge não pode permitir que os investigadores do MPF usem desse mesmo artifício.

“Ora, de novo, no 4 º depoimento, Claudio Melo (que precisava citar Renan Calheiros) teve que dizer que toda vez que falava com Romero Jucá sentia “a presença intrínseca de Renan”. É assim...Como diz Zélia Duncan, “espero a chuva cair nas minhas costas largas que afagas enquanto durmo”.