Divulgação Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Imagem da série norte-americana Black Mirror

De acordo com levantamento feito pelo Gartner Brasil, até 2020 as pessoas estarão falando mais com robôs do que com humanos . O que há algum tempo parecia apenas ficção cientifica já se tornou uma realidade. Através dos chamados chatbots presentes nos mais diversos canais de empresas e outros segmentos.

Alguns estudos apontam que houve um crescimento de investimentos em robôs interativos sendo superior rao aplicado no desenvolvimento de aplicativos móveis tradicionais. Essa tecnologia assume tarefas padronizadas e tende a liberar os profissionais para interações de maior qualidade.  Segundo a Grand View Research a recita global prevista para o ramo dos ChatBots até 2025 é de US$ 1,25 bilhão.

Empresas de todos os tamanhos e segmentos investem pesado em tecnologia principalmente na forma de atender os clientes. Como exemplos dessas empresas podemos citar Gol, Renner , Estácio entre outras que contam com o serviço robótico para compreender e responder com precisão e agilidade as duvidas dos consumidores diminuindo assim o tempo de espera nas filas.

Apesar do rápido desenvolvimento tecnológico temos que ficar atentos com tal evolução para não sermos engolidos por ela. Por essa razão é importante saber como funciona o chatbot  e  como é executado o processo de treinamento dos robôs.

Os chatbots é um sistema operacional que simula o jeito humano nas conversas e aprende a desenvolver interações utilizadas para complementar o trabalho de um humano. Eles são capazes de se relacionar com o público como se fosse uma pessoa comum por meio de um post em uma rede social ou atraves de conversas diretas com consumidores.

Antes os robôs eram programados para respo9nder dúvidas de acordo com a palavra contida na pergunta. A partir dos avanços tecnologicos e da inteligencia artificial, entrou em cena o que chamamos de linguagem natural que interpreta de forma eficaz o que o usuário humano está falando, potencializando o uso dos robôs de maneira rápida.Porém quando o bot não consegue responde a algum questionamento recorrente a equipe técnica responsavel inclui em seu aprendizado tal questão.

Mesmo que muitos chatbots assumam a postura de "robôs" assim que iniciam uma interação, algumas pessoas acreditam estar falando com um ser humano por conta da fluidez e naturalidade do atendimento. Podemos usar como exemplo a Gal, robô de atendimento digital da Gol que recebe e agradece elogios. 

Os robôs ja são uma realidade e vieram para ficar. Daqui há algum tempo nem lembraremos como viviamos antes da era dos robôs.

 

Com informações de Olhar Digital 

 

* Estagiária sob supervisão da editoria