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O documentário "The Beatles: Eight Days Week" (2016) se propõe a reviver a histeria da beatlemania, do início ao fim da banda. 

Dirigido por Ron Howard ("O Código da Vinci"), a produção reproduz o fenômeno musical que foi o surgimento dos rapazes de Liverpool e a loucura das turnês pelo mundo. O documentário dá destaque para o sucesso nos Estados Unidos, quando os Beatles conseguem adentrar no difícil mercado fonográfico americano.
Histórias marcantes como o show em Jacksonville, cidade que padecia de lutas raciais, onde os Beatles exigiram que não houvesse segregação do público durante a apresentação da banda, mostram a força e a maturidade que John, Paul, George e Ringo possuíam desde jovens.
Uma das melhores coisas de "Eight Days Week" é que toda a jornada compreendida entre 1963 e 1966 chega ao espectador pelos testemunhos dos próprios músicos. Assim podemos ouvir a visão de cada um, dentro de sua personalidade, sobre aquela época mágica e insana, de gritos adolescentes, gravações, compromissos comerciais e uma verdadeira maratona de shows.
Obviamente, a sequência de músicas é outro atrativo que não nos deixa esquecer porque os Beatles fazem parte do Olimpo do Rock.
Quando os quatro amigos se reuniram para cantar juntos pela última vez, no telhado do edifício da Apple Studios em Londres, o mundo não queira deixá-los ir, mas eles precisavam seguir caminhos diferentes, pois cada momento vivido precisa dar lugar a outro que virá a seguir. Então só nos restou cantar "Let It be, let it be..."

9.0

*Disponível na Netflix

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