Foto: Assessoria 5ef85091 37df 4da4 be0f f7803ec71d1a Rodrigo Cunha em entrevista

Em sabatina na Rádio Novo Nordeste, terça-feira, 18, em Arapiraca, o candidato ao Senado Rodrigo Cunha afirmou que “tem gente que se não for eleita, em vez de ir para Brasília vai para Curitiba. Não é o meu caso”, disse o candidato, assegurando que se for eleito não deixará o mandato para disputar “nem a Prefeitura de Maceió, nem a Prefeitura de Arapiraca”.
 
“Eu quero ser senador para dar aos alagoanos a representatividade política que tem nos faltado no Congresso Nacional, quero chegar lá para defender o fim do foro privilegiado para políticos e todas as medidas de combate à corrupção”, destacou Rodrigo Cunha, reforçando que essas são duas de suas principais bandeiras para levar ao Senado Federal.
 
“O parlamentar deve ter algumas proteções, mas isso não o torna melhor e principalmente, não o torna um ser blindado para cometer ilícitos e estar protegido por uma lei feita pelo próprio parlamento. É inaceitável nos dias de hoje você ter como um dos grandes atrativos para entrar na política o foro privilegiado”, acrescentou o candidato.
 
Rodrigo lembrou que sabe exatamente o que um mau político é capaz de fazer pela prerrogativa da imunidade parlamentar, citando o assassinato de seus pais. “Tiraram a vida do meu pai e da minha mãe por isso, para que o mandato pudesse blindar o tal político de não cumprir leis. Faz todo sentido que eu chegue à Brasília e combata o foro privilegiado e consequentemente a corrupção e outros crimes ”, afirmou.
 
O candidato também disse que falar sobre a tragédia da morte de seus pais está longe de ser uma apelação ou prática da velha política que ele combate. “É a minha história, falo de meus pais porque são minha referência na política e na vida, pessoas honestas e generosas, pessoas que me ensinaram a seguir no caminho da verdade, da seriedade; falo do assassinato deles porque representam a minha superação pessoal”, enfatizou.
 
“Prática da velha política é obrigar pessoas a colar adesivo no carro, fazer com que as pessoas votem em troca de benefício imediato, ou trazer recursos destinados a grupos políticos com o objetivo de se perpetuar no poder, e não mostrar ao povo que há políticos com histórias reais de superação e com coragem de enfrentar os maus políticos e essa forma nociva de se fazer política em Alagoas”, acrescentou Rodrigo Cunha.
 
TRABALHO – Na entrevista, o candidato foi questionado sobre a falta de encaminhar recursos para o estado. “Dizer isso é desonesto e brinca com a inteligência da população. Todos sabem que um deputado não tem emendas, nem recursos a serem destinados, essa não é a atribuição de um deputado estadual”, disse Rodrigo, reafirmando que na Assembleia Legislativa tem feito um mandato com “transparência, ética e muito trabalho”.
 
“E uma coisa os alagoanos podem ter certeza, se eu for eleito senador, todos os recursos encaminhados de Brasília chegarão por inteiro ao nosso estado”, salientou o candidato, garantindo que no Senado honrará cada voto. “Não negocio princípios, não sou ficha suja, não faço política pelo poder, e tenho como parceiro na política os alagoanos, é assim na Assembleia Legislativa, será assim no Senado”, garantiu Rodrigo.
 
CASAS REAJA - O candidato foi questionado ainda sobre como percorrer todo o Estado de Alagoas com menos recursos do que alguns outros candidatos. Na resposta, ele destacou o caráter colaborativo e o uso das tecnologias da campanha, com a população, principalmente a juventude dos 102 municípios de Alagoas, oferecendo de forma voluntária suas casas para serem Casas Reaja:  “Tenho um exército de voluntários, é lindo ver as pessoas se envolvendo e acreditando, assim como eu, no Movimento Reaja Alagoas”.