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Em 1985, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) me designou para encontrar o cantor carioca Paulinho da Viola, que estava em Maceió, onde realizaria um show. Fui com o jornalista Rubens Jambo, na época repórter da Tribuna de Alagoas, e o psicólogo Luciano Aguiar, os três membros do partido, para entrevistar o cantor e pedir uma declaração de apoio ao candidato comunista a prefeito de Maceió, Nilson Miranda.

Antes, eu havia telefonado para o dirigente nacional do PCB Givaldo Siqueira, que me orientou a falar com Paulinho da Viola em seu nome. Fomos até o hotel na praia de Pajuçara, onde estava hospedado o cantor e os músicos que o acompanhavam, inclusive seu pai, o violonista César Faria.

A entrevista, um pingue-pongue, foi publicada com destaque na Tribuna de Alagoas; como ilustração, Paulinho da Viola vestiu a camisa do candidato do PCB, declarando sua vinculação desde a juventude com os comunistas cariocas.

Era o segundo encontro com o cantor, o primeiro havia sido num pequeno auditório do Instituto dos Arquitetos do Brasil, seção de São Paulo, em 1980, quando Paulinho da Viola, João do Vale, Noca da Portela e outros artistas iriam se apresentar na 1ª festa do jornal Voz da Unidade, mas que fora proibida pelo delegado do Dops paulista, Romeu Tuma. A festa seria realizada no Clube de Trote da Vila Guilherme, Zona Norte de São Paulo.

Passados trinta e três anos, estou novamente indo assistir a mais um show de Paulinho da Viola. Desta vez, ele apresenta Beatriz Rabelo e o Bloco do Amor.

Salve Paulinho da Viola!

Salve a Portela!

Saudações cruz-maltinas.     

 

SERVIÇO

Data: 11/08/2018 - Sábado 
Local: Teatro Gustavo Leite
Endereço: Rua Celso Piatti, s/n – Jaraguá/ Maceió
Horário do evento: 20h 
Abertura dos portões: 21h 
Classificação etária: 14 anos. Menores a partir de 12 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.