Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

A polícia civil de Alagoas, passados 3 meses e 3 dias do assassinato de Walfredo Pedrosa de Amorim, 78 anos, conhecido como Nô Pedrosa e José Márcio dos Santos, 39 anos, não apresentou o assassino ou assassinos, o duplo assassinato ocorreu na noite de 23 de dezembro de 2017, no bairro de Mangabeira, em Maceeió.

 A sociedade espera da polícia civil e do Ministério Público explicações sobre a questão.

   Histórico

O Ministério Público estadual, no dia 8 de janeiro, representado pelo coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça, José Antônio Malta Marques e o coordenador do Núcleo da Infância e da Juventude, promotor de Justiça Ubirajara Ramos, receberam a Comissão em Defesa da População em Situação de Rua na oportunidade ouviram alguns depoimentos relacionados às mortes de Nô Pedrosa e José Márcio dos Santos e também as condições da população de rua em Maceió.  

 

O procurador-geral de justiça Alfredo Gaspar de Mendonça designou para acompanhar o caso o titular da Promotoria de Direitos Humanos, promotor de Justiça Jomar Amorim de Moraes. Esse grupo do MPE está tratando de elucidar o duplo homicídio, mas tem a função de acompanhar a execução de políticas públicas destinadas à população de rua e em estado de vulnerabilidade.

“Três dias após as mortes, mesmo com a suspensão temporária das atividades do Ministério Público, o procurador-geral nos acionou, requisitou ao delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira, a instauração de inquérito para a apuração. Nós enviamos documento ao coordenador da Delegacia de Homicídios, delegado Fábio Costa, o procedimento foi devidamente agilizado e está sob responsabilidade da delegada Rebeca Cordeiro”, afirma José Antônio Malta Marques.

O bloqueio vai continuar cobrando das autoridades policiais e do Ministério Público estadual resultados das investigações.