Divulgação Daedf133 d71f 49c3 bfaa e2541f12930c Arthur Lira

A acusação do MPF era baseada na versão inverídica da deleção premiada do empresário Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia. Segundo ele, Arthur Lira e Benedito de Lira teriam exigido doações de campanha eleitoral para influenciar a manutenção de Paulo Roberto Costa na diretoria da Petrobras.
A denúncia foi rejeitada pela Suprema Corte porque não apresentou provas robustas para comprovar os fatos narrados pelo delator.
Ao contrário do que disse Pessoa, o grupo político de Arthur Lira frustrou a tentativa de Paulo Roberto Costa de retomar a influência junto ao partido Progressista. Os fatos narrado na delação ocorreram em 2011, quando as novas lideranças do PP, incluindo Arthur Lira, avaliaram que a Petrobras não atuava na linha de ações políticas nas quais o grupo tinha intenções de trabalhar. O foco do PP era fortalecer o Ministério das Cidades, recém-assumido por Aguinaldo Ribeiro. Costa foi comunicado desta decisão e algumas semanas depois, em março 2012, foi demitido da diretoria de Abastecimento da Petrobras.
A defesa de Arthur Lira demonstrou e continuará demonstrando que não há indícios contra o deputado. A origem de todas as doações para a campanha política de Arthur Lira já foi esclarecida, inclusive no inquérito da Polícia Federal. O que há são ilações de delatores que têm notória inimizade com Arthur Lira. Quando o grupo de Arthur Lira assumiu a liderança do PP, deixou de prestar qualquer tipo apoio ao Paulo Roberto Costa na Petrobras.
*Assessoria