Amigos, muito se fala da responsabilidade das seguradoras quando acontece alguma enchente e os carros são danificados, seja por colisões com outros veículos, por árvores ou inundados pelas fortes águas.

De acordo com a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), as seguradoras devem cobrir os danos causados por alagamentos ou enchentes, tal determinação ocorreu em 2004.

Todo seguro precede do preenchimento de um questionário elaborado pelas empresas, que faz parte do contrato, esse deve ser preenchido de forma fiel, para evitar qualquer tipo de questionamento futuro, uma das questões é o local onde o veículo é estacionado ou passa a noite, caso seja respondido que fica em uma garagem e for constatado que o consumidor faltou com a verdade a seguradora pode recusar o pagamento.

De observar também, a conduta do proprietário do veículo, se o veículo está parado e ocorre a enchente, não temos dúvida da responsabilidade da seguradora, porém se o consumidor ao perceber a enchente coloca o veículo em risco, ou seja, vai de encontro a enchente a seguradora poderá não se responsabilizar.

A SUSEP tem a previsão para o ressarcimento quando ocorrer a queda de uma árvore, porém a responsabilidade é da Prefeitura, caso não exista na sua apólice poderá procurar o órgão que deverá lhe ressarcir, salientando que não estamos diante de um caso de direito do consumidor e sim administrativo.

Em caso de dúvida procure um advogado da sua confiança.

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A música de hoje é em homenagem ao Frevo.

Frevo Mulher

Quantos aqui ouvem
Os olhos eram de fé
Quantos elementos
Amam aquela mulher

Quantos homens eram inverno
Outros verão
Outonos caindo secos
No solo da minha mão

Gemeram entre cabeças
A ponta do esporão
A folha do não-me-toque
E o medo da solidão

Veneno meu companheiro
Desata no cantador
E desemboca no primeiro
Açude do meu amor

É quando o tempo sacode
A cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia
Procurando por um

Quantos aqui ouvem
Os olhos eram de fé
Quantos elementos
Amam aquela mulher

Quantos homens eram inverno
Outros verão
Outonos caindo secos
No solo da minha mão

Gemeram entre cabeças
A ponta do esporão
A folha do não-me-toque
E o medo da solidão

Veneno meu companheiro
Desata no cantador
E desemboca no primeiro
Açude do meu amor

É quando o tempo sacode
A cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia
Procurando por um