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Em assembléia geral realizada na manhã desta 3ª feira (22/09), no Clube Fênix Alagoana, os trabalhadores da rede estadual da educação decidiram pelo retorno às aulas, mas com mobilizações futuras, a partir de um calendário de lutas para denunciar a falta de políticas do Executivo estadual em relação à área educacional e seus servidores (magistério e funcionários de escolas).

A decisão da categoria, segundo a presidente do Sinteal, foi tomada a partir de outra decisão: construir um calendário de mobilizações para denunciar o sucateamento das escolas, a grave carência de professores e funcionários na rede educacional, o não cumprimento do Plano de Cargos e Carreira (PCC) e o desrespeito ao Plano Estadual de Educação (conquista histórica da categoria), em todas as metas previstas no mesmo.

Os trabalhadores e o Sinteal definiram na assembléia de hoje que se houver descontos dos dias parados não haverá reposição de aulas.

Mobilização

A mobilização será feita tanto em Maceió quanto em todos os núcleos do Sinteal no interior do estado, e envolverá a participação coletiva do Sinteal, trabalhadores em educação (magistério e funcionários de escolas), alunos, pais e sociedade em geral.

“Vamos mostrar que este governo continua com um discurso e uma prática intransigentes, quando deveria priorizar a educação – assim como a saúde e a segurança – como prioridades. Nossa volta às aulas deve ser encarada como uma nova mudança na tática de luta, pois o Sinteal e os trabalhadores em educação não vão desistir dos seus direitos. A luta continua”, alertou a presidente do Sinteal.