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Pelas redes sociais, familiares e amigos até tem respaldado o retorno de Francisco Luiz de Albuquerque, o Chico Vigário (PMDB), para a administração da Prefeitura de Atalaia, mas os eleitores fazem questão de relembrar o rastro deixado por ele dos processos respondidos na Justiça por improbidade administrativa.

O nome de Vigário foi oficialmente anunciado depois do encontro do PMDB, onde foram escolhidos nos nomes dos pré-candidatos a prefeitos e vereadores foram confirmados.

Ele passou algumas gestões no município, tempo em que foi denunciado por supostas práticas de superfaturamento de notas fiscais, fragmentação de licitações, contratações de empresas fantasmas e sem idoneidade.

Ao sair do município, ainda deixou um sucessor sentado à cadeira, que levou a cidade ao verdadeiro caos, com greve de servidores atrasos de salários até para os aposentados, falta de medicamentos, prédios sucateados e desvio de verbas federais, o que provocou seu afastamento em 2014.

Em 2015, mediante as provas robustas, o juiz da comarca de Atalaia determinou o bloqueio dos bens de Vigário e o seu aliado, o professor Mano, correspondente ao prejuízo causado à Prefeitura de Atalaia.

Entre a série de irregularidades verificadas em auditoria interna, contatou-se também que os ex-prefeitos deixaram de reter o ISS e o INSS.  É por essas e outras que os eleitores avisam em comentários nas redes sociais que comparam e vejam como foi sua desastrosa gestão.

Mas a família que esteve tanto tempo no comando, sempre permanece na esperança...