Nove pessoas, entre elas três funcionários públicos, foram condenadas por fraude de documentos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo a Justiça Federal, o grupo agia na agência da Previdência Social de Itápolis, interior de São Paulo, forjando registros com dados falsos sobre o tempo de serviço e o valor da contribuição de segurados para concessão de aposentadorias. O prejuízo à autarquia foi de mais de R$ 455 mil.

Foram condenados os servidores públicos Ernesto Antonio Puzzi (aposentado), Izildinha Aparecida Nunes Mercaldi e Marilei Aparecida Belucci Puzzi. Além deles, Francisco Luiz Madaro, Mauro José Vieira de Figueiredo Junior, Leine Batista Dulce, Aparecida Alice Tambarussi, Orival Grano e Dagoberto Vilela.

Em sentença, a juíza federal Denise Avelar, da 1ª Vara da Justiça Federal em Araraquara, considerou as provas suficientes para demonstrar o envolvimento de todos os réus e, assim, condená-los por improbidade administrativa. Ernesto perdeu a aposentadoria e Izildinha, a função pública. Todos vão pagar multa e não poderão contratar com o poder público pelo prazo de dez ano.