Com o objetivo de formar por ano, cerca de 600 policiais e bombeiros militares no Curso Superior de Tecnologia em Segurança e Ordem Pública, a Associação dos Subtenentes e Sargentos Militares de Alagoas (Assmal) pretende propor ao Governador do Estado Teotonio Vilela Filho um convênio com a Universidade Católica de Brasília, a única a dispor do curso.

 

Conforme informações do presidente da Assmal, sargento Teobaldo de Almeida, o egresso no curso superior deixa os militares aptos a atuar como gerador e indutor de soluções em atribuições próprias da atividade de segurança pública preventiva.

Com o curso, os policiais serão capazes de trabalhar como elo entre as comunidades e o Estado, na busca de soluções específicas para os problemas de segurança de uma dada comunidade além de participar de equipes que atuam na área de segurança pública, com o objetivo de produzir resultados positivos na qualidade de vida dos cidadãos.

 

Os militares ainda podem atuar na área de análise de cenários, realização de levantamento de dados, como também assessorar as comunidades nas mediações dos conflitos locais e comandar as lideranças comunitárias na identificação e implantação de programas, projetos e ações relacionadas à segurança pública local.

 

Durante esta semana, sargento Teobaldo esteve visitando o campus da Universidade Católica de Brasília e foi recebido por uma representante da Coordenadoria Geral e Tesouraria da UCB. Na ocasião, foram mantidos os primeiros entendimentos e solucionadas diversas dúvidas do funcionamento do curso, principalmente nas aulas presenciais que deverão acontecer no Colégio Marista de Maceió.

 

“Vamos propor aos Sub-Comandantes Gerais da PMAL e CBMAL a realização de uma pesquisa com as praças da capital e interior, visando ter dados de quantos policiais e bombeiros não têm o curso superior e quantos pretendem realizar o curso Superior de Tecnologia em Segurança e Ordem Pública, para termos uma visão geral das necessidades. Esperamos que o Governo faça sua parte e invista na segurança pública como política de estado e não como política de governo”, afirmou o sargento.