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A chance de jogar profissionalmente no Brasil e se mostrar para a sua mãe, ao vivo, faz a atacante alagoana Marta ir às lágrimas. A melhor jogadora do mundo vai disputar a Taça Libertadores feminina com a camisa do Santos e conta que, pela primeira vez, sua mãe poderá vê-la jogando de perto. Ao lembrar de todo sacrifício que dona Tereza fez para que ela pudesse brilhar no futebol, Marta não consegue segurar o choro.

"Minha mãe é uma pessoa que representa muito para mim. Tivemos momentos difíceis. Às vezes, ela tirava dinheiro da comida de casa para que eu pudesse viajar para jogar. Por isso, será muito bom poder atuar com a presença dela no estádio. Depois que saí do Brasil, ela só me viu pela televisão", conta a alagoana.

Marta lembra que tinha apenas 11 anos quando dona Tereza a viu jogar, ainda em Dois Riachos, interior de Alagoas, onde ela nasceu e se apaixonou pela bola. "Tem até uma história engraçada. Uma menina me deu um carrinho e ela queria entrar em campo para discutir. Aí falei para ela se acalmar, pois é assim mesmo", ri a jogadora, que atua fora do Brasil desde 2004. Ela se profisionalizou como jogadora do Umea, da Suécia. Atualmente, tem contrato com o Los Angeles Sol, dos Estados Unidos, clube que a emprestou ao Peixe por três meses.