Divulgação Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true STF

Segundo um levantamento realizado pelo portal Congresso em Foco, cerca de 30% dos deputados federais que concorrem a algum mandato no pleito do próximo domingo, 05, são investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em Alagoas, seis deputados – quase 70% da bancada federal – respondem a inquéritos ou ações penais na mais alta corte do País.

No País, dos 479 deputados que concorrem a algum mandato, 140 estão com alguma pendência junto ao STF.

Em Alagoas, o deputado federal João Lyra João Lyra (PSD-AL) lidera o número de inquéritos: cinco no total, sendo três relacionados a trabalho escravo e dois por crimes ambientais e contra o patrimônio genético.

Em seguida, aparece Francisco Tenório (PMN), candidato a deputado estadual, que responde a inquérito por crimes de “lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores” e uma Ação Penal (AP) por “peculato, quadrilha ou bando, crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores”.

Arthur Lira (PP), candidato a reeleição, também responde a inquérito por “lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores, corrupção passiva” e uma Ação Penal por ameaça.

Os deputados Maurício Quintella Lessa (PROS) e Rosinha da Adefal (PTdoB) respondem a inquéritos por peculato (desvio de bem ou verba por funcionário público), e Renan Filho (PMDB), candidato ao governo do Estado, é investigado por crimes da Lei de Licitações.

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Ainda de acordo com o levantamento realizado pelo Congresso em Foco, as acusações mais frequentes contra os deputados candidatos são por peculato, que se repetem 52 vezes; crimes da Lei de Licitações e eleitorais, com 46 citações cada; crimes de responsabilidade, que aparecem em 32 casos, e corrupção, objeto de 24 suspeitas. Mas há também investigações por homicídio, trabalho escravo, associação ao tráfico de drogas, sonegação de impostos, entre outros.

Ao todo, são 231 inquéritos (investigações preliminares) e 78 ações penais (processos). No caso das ações, as apurações estão em estágio mais avançado: os ministros entenderam que há indícios de que os parlamentares cometeram os crimes atribuídos a eles conforme denúncia da Procuradoria-Geral da República. Estão nessa situação 51 deputados que respondem a processos como réus no Supremo.