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Humberto Gessinger está prestes a completar 50 anos de idade. Porém, ainda – ao que tudo indica – muito longe de abandonar a infinita highway. O escritor e compositor gaúcho – que na década de 80 despontou no cenário musical liderando os Engenheiros do Hawaii – está de volta a estrada com duas novidades: o disco de inéditas Insular (o primeiro solo de Gessinger) e o quinto livro com o título Seis Segundos de Atenção (uma referência à canção Pra Entender do disco Ouça o Que Eu Digo Não Ouça Ninguém).

Por conta da mais recente obra, Humberto Gessinger é o convidado do dia 27 de outubro, na Bienal do Livro. O gaúcho vai bater um papo com os fãs presentes e participar de uma sessão de autógrafos. O livro é o quinto já lançado por Gessinger, sempre pela editora Belas Letras. A carreira de escritor iniciou com um livro infantil chamado Meu Pequeno Gremista. Desde então, o compositor não abandonou o campo da literatura. Muito pelo contrário, tem brindado seus fãs com crônicas e reflexões que passeiam do poético ao filosófico.

E o trabalho não é apenas nos livros. Humberto Gessinger alimenta o Blogessinger (www.blogessinger.blogspot.com) com novos textos sempre que – como ele mesmo define – “a segunda-feira vira terça”. Para quem acompanha o trabalho do líder dos Engenheiros do Hawaii sabe que toda meia-noite da segunda-feira tem um compromisso marcado. Para alguns, são vários cliques no “F5” a espera da nova crônica do compositor.

Mesmo tendo sido “vítima” de uma crítica raivosa nos anos oitenta, Humberto Gessinger se consolidou no cenário musical como um dos melhores letristas do pop-rock nacional. Não poderia ser diferente na literatura. Se versos como “a juventude é uma banda numa propaganda de refrigerantes” embalaram sonhos, frases e parágrafos trazem efeito semelhante para os leitores que se deparam com a obra de Gessinger. 

Confira a reportagem completa  na edição desta semana do Cada Minuto Press