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“Que mistério faz os poetas acabarem? Estarão morrendo os poetas ou é a própria poesia que morre? O que aconteceu com a turma do velho poeta? É esse mistério que Queirós tentará resolver, será loucura, verdade, morte, cansaço, somente o velho poeta poderá dar uma solução a todo esse questionamento”, é assim que a peça O Último Poema – Monólogo do Poeta se apresenta.

Há menos de um mês para o Dia do Poeta, 4 de outubro, o CadaMinuto Press procurou desvendar tantos mistérios que envolvem a poesia. Ela estaria mesmo morrendo?

Alagoas é berço de grandes poetas, como: Jorge de Lima, Lêdo Ivo, Pontes de Miranda, Carlos Moliterno, Sydney Wanderley e Arriete Vilela.

Sobre Jorge de Lima, natural de União dos Palmares, João Gaspar Simões diz que “tudo entra no poema de Jorge de Lima concebido na febre que exalta, no sonho que dilata, no transe que confunde. E o passado junta-se ao presente. Memória e invenção, sonho e realidade, história e futuro, infância e ancestralidade confundem-se, como se, em verdade, o poeta formasse com o seu poema uma espécie de caos preparatório de onde surgirá um dia uma ordem ideal”.

Ledo Ivo, maceioense, foi referência nacional no combate às “modernidades” da poesia flexível e anarquista, prezando por formas fixas, sempre defendeu o retorno à disciplina e à ordem, mas sua poesia possuía um estilo livre e muito pessoal.

Já Pontes de Miranda foi um grande pensador alagoano, natural de Maceió, escreveu sobre matemática, sociologia, psicologia, política, poesia, filosofia e, sobretudo, direito. Mas na poesia destacaram-se versos como “Eu me fiz espelho. E sonhei. Vi em mim tudo, tudo reflecti. A mais subtil encrespação das coisas subitamente vinha, reflectia-se, ficava na superfície lisa, dócil, do meu espelho, do meu espelho original” (sic).

Da nova geração destaca-se Sidney Wanderley que afirma que a sua poesia “sempre parte da observação do mundo e da leitura de outros autores, preferencialmente prosadores, romancistas, contistas”. 

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