A Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) divulgou, neste domingo (8), o balanço do 7º ciclo da Operação Protetor das Fronteiras, Divisas e Biomas. As ações foram desencadeadas pelo Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) entre os dias 1º e 7 de novembro, com fiscalização e patrulhamento ostensivo.

As guarnições percorreram as chamadas Áreas de Interesse Operacional (AIO) estratégicas na Zona da Mata alagoana e no Agreste, com foco no combate à caça ilegal, à venda e ao tráfico de animais silvestres, ao desmatamento e ao abate irregular de bovinos.

 

 

O saldo da operação contabilizou 367 animais silvestres resgatados. Os espécimes foram encontrados em situação de cativeiro, fruto de caça ilegal ou de comércio ilícito.

A quantidade de produtos de origem animal apreendidos chegou a 990 kg. Parte desse quantitativo constituiu-se de carne bovina proveniente de abate clandestino registrado no sábado.

O montante de armas de fogo apreendidas chegou a 30, e o de munições, a 50 unidades de diversos calibres, recolhidas em ações contra a caça predatória. Diversos recipientes contendo pólvora, chumbo e espoletas, utilizados por caçadores, também foram apreendidos.
 

 

As equipes realizaram diversos procedimentos policiais e administrativos. Ao longo dos sete dias de operação, a corporação registrou 36 procedimentos operacionais, sendo 18 Comunicados de Ocorrência Policial (COP); 10 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO); sete Boletins de Ocorrência (BO); e um Auto de Prisão em Flagrante (APF).

“Os resultados demonstram o empenho conjunto e incansável da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), do Comando-Geral da PM-AL e do BPA no enfrentamento aos crimes ambientais. As ações têm como objetivo coibir práticas ilegais, proteger a fauna silvestre e contribuir para a preservação da biodiversidade em Alagoas”, destacou o tenente-coronel Silvio César, comandante do BPA.