Há dois anos, o professor universitário e advogado Tributário e Penal Afrânio de Mendonça Neto registrou em cartório suas propostas para o governo federal.
No plano, ele defende investimentos em ciência, tecnologia e inovação, a reindustrialização do país, o corte de gastos públicos, o crescimento do PIB e a transformação do Brasil em referência global em governabilidade.
Agora, aos 29 anos, disputou pela primeira vez um mandato de deputado federal pelo Solidariedade. Obteve apenas 500 votos. Em vez de desanimar, diz ter ficado ainda mais empolgado.
Segundo ele, sem recursos financeiros, foi atropelado pela compra de votos e pela falta de estrutura, mas quer continuar lutando por uma nova política.
Ainda não definiu se voltará a disputar uma eleição. Porém, a ideia continua sendo mostrar às pessoas que há esperança.
Afrânio se identifica com a direita, com as questões de Alagoas e, especialmente, com o cenário nacional.
Na eleição, apoiou JHC para o governo, Flávio Bolsonaro para presidente e pediu votos para Davi Davino e Marina Candia para o Senado.
O Solidariedade, que não elegeu nenhum candidato em Alagoas, conta com um político iniciante um tanto ambicioso. Ou não?
